A cibersegurança se tornou um elemento fundamental para o êxito empresarial. Com o aumento contínuo de ameaças cibernéticas, cada decisão tomada pode significar a diferença entre segurança e vulnerabilidade.
Neste artigo, mergulharemos nos erros comuns que podem custar milhões à sua empresa e como evitá-los. Abordaremos desde o gerenciamento de vulnerabilidades até a conscientização dos funcionários, fornecendo insights e estratégias essenciais para fortalecer sua segurança cibernética.
Não identificar e corrigir rapidamente vulnerabilidades
Vulnerabilidades não corrigidas são convites abertos para invasores. Uma lacuna na segurança pode ser explorada em questão de horas após sua descoberta.
Empresas que demoram a aplicar patches ou atualizações estão se colocando em risco desnecessário.
Por isso, é fundamental estabelecer um processo ágil de identificação e correção de vulnerabilidades, assegurando que sistemas e aplicações estejam sempre atualizados.
Implemente um sistema de gestão de patches: Utilize ferramentas automatizadas para gerenciar patches de segurança.
Realize varreduras de vulnerabilidade regularmente: Algumas ferramentas também podem ajudar a identificar vulnerabilidades conhecidas em seus sistemas.
Não conscientizar os funcionários sobre cibersegurança
O elo mais fraco da segurança cibernética frequentemente não é tecnológico, mas humano.
Erros inocentes, como clicar em um link de phishing ou usar senhas fracas, podem ter consequências desastrosas. Para que isso não aconteça, é fundamental que a sua empresa:
Invista em treinamentos regulares: Investir em treinamento regular e simulações de phishing pode aumentar significativamente a conscientização de segurança em toda a empresa, transformando o seu pessoal de um risco potencial em uma linha de defesa robusta.
Realize sessões de treinamento trimestrais sobre segurança da informação: Inclua simulações de phishing para testar e ensinar os funcionários a reconhecerem tentativas de ataque.
Tenha políticas claras: Desenvolva e comunique políticas de segurança claras, como a criação e manutenção de senhas fortes, e o procedimento em caso de suspeita de violação de segurança.
Não realizar um monitoramento eficiente
A detecção precoce de atividades suspeitas pode evitar que pequenos incidentes se transformem em violações de segurança catastróficas.
Utilize ferramentas de SIEM: Um monitoramento eficiente, utilizando ferramentas de SIEM (Security Information and Event Management), permite uma visão abrangente do ambiente de TI, facilitando a identificação e a resposta rápida a ameaças.
Obtenha alertas: Configure alertas para atividades suspeitas, como múltiplas tentativas de login falhadas ou mudanças inesperadas em arquivos críticos.
Não realizar avaliações regulares de segurança
A cibersegurança não é um estado, mas um processo. Avaliações de segurança regulares, como testes de penetração e auditorias de segurança, são vitais para entender a postura de segurança da sua empresa.
Essas avaliações ajudam a identificar pontos fracos antes que sejam explorados e a garantir que as políticas de segurança estejam em conformidade com as normas regulatórias e melhores práticas do setor.
Como essas avaliações impactam na conformidade e no desenvolvimento de TI
Além de proteger contra ameaças, avaliações regulares de segurança apoiam a conformidade com regulamentações e normas do setor, evitando multas e danos à reputação.
Também oferecem insights valiosos para o desenvolvimento de TI, guiando decisões estratégicas e ajudando a garantir que novas tecnologias sejam implementadas de forma segura.
Não cometa mais erros. Proteja os dados e a reputação da sua empresa com as tecnologias certas
Manter a cibersegurança não é apenas implementar as tecnologias certas; é sobre criar uma cultura de segurança robusta e responsiva. Com os riscos crescentes e as consequências potencialmente devastadoras de uma violação, não há espaço para complacência.
Quer garantir que sua empresa esteja protegida contra ameaças cibernéticas? Entre em contato com o time de especialistas da Altasnet para uma consultoria especializada em cibersegurança e dê o primeiro passo para fortalecer suas defesas hoje mesmo.
Com o crescimento exponencial de dados e a evolução constante de ameaças cibernéticas, a necessidade de proteger informações confidenciais nunca foi tão crítica. Por isso, o monitoramento e controle de acesso deixaram de ser apenas medidas de segurança e se tornaram fundamentais para a continuidade dos negócios.
Afinal, são eles que garantem que somente usuários autorizados tenham acesso a informações sensíveis, enquanto mantêm os invasores afastados.
Neste artigo, vamos explorar a importância do monitoramento e controle de acesso como pilares para uma rede segura e eficiente.
O que é monitoramento e controle de acesso?
Monitoramento e controle de acesso são componentes essenciais na segurança de redes de TI. O monitoramento de rede envolve a observação e análise constante do tráfego de rede para identificar padrões suspeitos ou atividades anômalas. Ele serve como uma linha de defesa primária contra ameaças cibernéticas, alertando os administradores de rede sobre possíveis violações.
O controle de acesso, por outro lado, é a prática de restringir o acesso a recursos da rede a usuários autorizados. Ele desempenha um papel crucial na prevenção de acessos não autorizados a dados sensíveis. Juntos, o monitoramento e o controle de acesso formam a espinha dorsal de uma estratégia de segurança de rede robusta, equilibrando a acessibilidade com a proteção.
Por que são importantes?
A prevenção contra ameaças cibernéticas é um dos principais motivos para implementar um sistema de monitoramento e controle de acesso robusto. Redes bem monitoradas podem detectar rapidamente atividades suspeitas, permitindo uma resposta rápida a possíveis violações de segurança. Isso é vital para proteger informações confidenciais e evitar danos potenciais aos sistemas da empresa.
Além de proteger contra ameaças externas, o monitoramento e controle de acesso ajudam a garantir a conformidade com normas e regulamentações de segurança de dados. Para muitas organizações, especialmente aquelas em setores regulamentados como finanças e saúde, manter a conformidade é crucial. O controle de acesso eficaz garante que apenas pessoal autorizado possa acessar informações sensíveis, minimizando o risco de vazamentos de dados internos.
Estratégias de monitoramento eficiente
Uma estratégia eficaz de monitoramento de rede começa com a implementação de ferramentas de detecção de intrusão. Estas ferramentas são projetadas para analisar padrões de tráfego e identificar atividades que desviam do normal. Elas podem alertar os administradores de rede sobre potenciais violações de segurança, permitindo uma resposta rápida e eficaz. O IDS alerta os administradores sobre potenciais ameaças, enquanto o IPS pode bloquear automaticamente essas atividades.
Ao utilizar a inteligência artificial e aprendizado de máquina, algumas ferramentas avançadas analisam o comportamento normal da rede para identificar desvios, permitindo a detecção de ameaças desconhecidas.
A eficácia das ferramentas de detecção de intrusão aumenta quando integradas com outras soluções de segurança, como firewalls e antivírus, proporcionando uma defesa mais abrangente.
Outro aspecto crucial do monitoramento eficiente é a análise contínua do tráfego de rede. Entender os padrões normais de tráfego ajuda a identificar desvios que podem indicar uma tentativa de intrusão. Além disso, a realização regular de auditorias de segurança é fundamental para identificar e corrigir vulnerabilidades na rede, garantindo que a infraestrutura de TI permaneça segura contra ameaças emergentes.
Melhores práticas de controle de acesso
Para garantir um controle de acesso eficaz, a autenticação multifator é uma prática recomendada. Ela adiciona uma camada extra de segurança, exigindo que os usuários forneçam duas ou mais formas de identificação antes de acessar recursos da rede. Isso reduz significativamente o risco de acessos não autorizados.
O princípio do menor privilégio também assegura que os usuários tenham acesso apenas às informações e recursos necessários para desempenhar suas funções. Isso minimiza o risco de vazamento de dados internos e externos. Além disso, o gerenciamento regular de credenciais, incluindo a revisão e atualização de permissões de acesso, é vital para manter a integridade da segurança de rede.
Proteja seu negócio com a Altasnet e a solução ESP da Aruba
A implementação de um sistema robusto de monitoramento e controle de acesso é fundamental para a segurança de qualquer rede.
A Aruba Edge Services Platform (ESP) oferece uma abordagem abrangente para garantir a segurança da borda à nuvem, integrando as arquiteturas Zero Trust e SASE. Com recursos avançados como descoberta de dispositivos, autenticação robusta e segmentação de tráfego baseada em políticas, a Aruba ESP é uma solução única para desafios de segurança complexos.
Entre em contato com o time de especialistas da Altasnet e descubra como a Aruba ESP pode fortalecer a segurança do seu negócio. Com a nossa orientação e as soluções avançadas da Aruba, você pode garantir um ambiente de rede seguro, resiliente e confiável.
Proteja seus dados, ganhe a confiança de seus clientes e parceiros, e esteja preparado para os desafios de segurança cibernética de hoje e do futuro.
O serviço de SOC para empresas é a base da segurança digital moderna. Ele garante monitoramento constante, visibilidade e resposta rápida a ameaças cibernéticas. Com a crescente sofisticação dos ataques virtuais, investir em cibersegurança deixou de ser opcional. Contar com um SOC (Security Operations Center) é essencial para proteger dados, manter a conformidade e evitar prejuízos operacionais e financeiros.
O que é um SOC e por que sua empresa precisa dele?
Um SOC é um centro especializado onde uma equipe de profissionais de segurança monitora, avalia e defende os ativos de TI de uma organização, sejam eles redes, sistemas, aplicações ou dados. Está estruturado não apenas com tecnologia avançada, mas também com processos e políticas que ajudam a identificar, analisar e reagir a ameaças cibernéticas em tempo real.
Dada a crescente onda de ataques cibernéticos, como ransomware, phishing e outros malwares, contar com um SOC é uma necessidade imperativa para empresas que desejam garantir sua resiliência digital e proteger informações valiosas.
Um exemplo preocupante dessa necessidade pode ser visto recentemente: uma quadrilha de adolescentes hackeou e comercializou milhões de credenciais de entidades brasileiras. A operação, ocorrida em Bady Bassitt, São Paulo, revelou que jovens acessaram sistemas do Tribunal de Justiça, Polícia Federal e Exército. O incidente reforça o quão crucial é ter sistemas de defesa robustos e um SOC atuante para mitigar tais riscos.
Como o SOC funciona na prática?
Na prática, o serviço de SOC para empresas atua como uma central de monitoramento digital 24×7. Utiliza ferramentas avançadas, como sistemas de detecção e prevenção de intrusões (IDS/IPS), sistemas de gestão de eventos e informações de segurança (SIEM) e soluções de análise de ameaças.
Sempre que um risco é identificado, o SOC age de forma imediata: bloqueia IPs maliciosos, isola dispositivos, aplica correções de segurança e garante a continuidade da operação.
Benefícios do serviço de SOC para empresas
Implementar o SOC nas empresas pode oferecer diversos benefícios para a estrutura digital das empresas. Conheça os principais:
Proteção em tempo real
Ter um serviço de SOC para empresas garante uma camada contínua de proteção digital. Em um ambiente digital, ameaças podem surgir a qualquer momento, sejam elas externas, como hackers e malwares, ou internas, como erros humanos involuntários. Ter um SOC garante que sua empresa esteja sempre alerta. Este centro opera 24 horas por dia, 7 dias por semana, monitorando continuamente a infraestrutura de TI em busca de qualquer sinal de irregularidade. Quando uma ameaça é identificada, a resposta é quase instantânea. Equipado com ferramentas e soluções avançadas, o SOC não apenas detecta o perigo, mas também o neutraliza rapidamente, garantindo que o impacto no negócio seja mínimo.
Conformidade regulamentar
O serviço de SOC para empresas também contribui para atender exigências legais e regulatórias. Em diversos setores, a proteção de dados não é apenas uma questão de segurança, mas também de conformidade. Regulamentos e normativas, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil, impõem padrões rigorosos sobre como os dados devem ser gerenciados e protegidos. Com o SOC, sua empresa mantém registros detalhados e relatórios prontos para auditorias, o que facilita as auditorias e garante que a empresa esteja sempre em conformidade com os regulamentos vigentes, evitando multas e penalidades.
Redução de riscos financeiros
Além de proteger dados, o serviço de SOC para empresas ajuda a evitar prejuízos financeiros e operacionais. O impacto financeiro de um ataque cibernético pode ser catastrófico. Estamos falando não apenas de possíveis multas por não conformidade ou custos imediatos de recuperação, mas também da perda de negócios, danos à reputação e possíveis ações judiciais. Investir em um SOC é uma decisão estratégica que pode economizar quantias significativas a longo prazo. Ao detectar e mitigar ameaças rapidamente, ele previne interrupções nos negócios e possíveis perdas financeiras. Em um cenário em que um único ataque pode custar milhões, o retorno sobre o investimento em um SOC é evidente.
Confiança do cliente
Contar com um serviço de SOC para empresas transmite segurança ao mercado e aos seus clientes. No mundo digital de hoje, a confiança é uma moeda valiosa. Os clientes querem ter certeza de que seus dados estão seguros e que podem confiar nas empresas com as quais fazem negócios. Um SOC é uma manifestação tangível do compromisso de uma empresa com a segurança. Isso fortalece a percepção de confiabilidade da marca, impulsionando a fidelização e a recomendação. Quando os clientes sabem que uma organização investe proativamente em medidas avançadas de cibersegurança, eles se sentem mais seguros e são mais propensos a manter e expandir seus negócios com essa empresa.
Além disso, a confiança cultivada ao longo do tempo pode gerar clientes mais satisfeitos se tornando promotores da marca, levando a novas oportunidades e crescimento.
Altasnet: sua parceira na implementação de SOC
Ao considerar a implementação de um SOC, é vital escolher uma solução robusta e confiável. É aqui que a solução SOC da Altasnet se destaca. Ela oferece uma abordagem integrada para segurança, garantindo que sua empresa esteja sempre um passo à frente dos cibercriminosos.
Em um mundo digital vulnerável, não arrisque seus ativos digitais e a reputação de sua empresa. Proteja-se agora e construa um futuro digital seguro.
No atual cenário tecnológico, dinâmico e completo, os gestores de TI enfrentam o desafio constante de harmonizar a necessidade de inovação com a imperativa demanda por segurança e eficiência.
Diante disso, uma solução estratégica que tem se mostrado cada vez mais relevante é a adoção dos Serviços Gerenciados de TI. Esses serviços, capazes de oferecer um suporte especializado e contínuo, surgem como aliados essenciais na otimização da gestão tecnológica nas empresas.
Assim, as organizações podem contar com uma equipe de profissionais altamente qualificados, dedicada a monitorar sua infraestrutura de TI de forma ininterrupta, 24/7. Isso proporciona às empresas a segurança necessária para manter o foco em suas atividades-fim, enquanto a gestão eficaz e eficiente da tecnologia é assegurada pelo parceiro especializado.
Neste artigo, vamos discutir quais são os cinco principais benefícios que os Serviços Gerenciados de TI podem proporcionar às organizações, e como essas vantagens podem ser a chave para superar obstáculos e potencializar o desempenho das empresas no exigente cenário atual.
Serviços Gerenciados de TI: O que são e como funcionam?
Serviços Gerenciados de TI, também conhecidos como Managed IT Services (MITS) em inglês, são soluções na qual um provedor terceirizado, chamado Managed Service Provider (MSP), assume a responsabilidade pela gestão da infraestrutura de TI de uma organização. A infraestrutura de TI pode incluir servidores, redes, aplicações, segurança cibernética, suporte ao usuário final, entre outros aspectos.
Os serviços gerenciados funcionam sob um modelo de acordo de nível de serviço (Service Level Agreement – SLA), onde o MSP e o cliente definem os termos de responsabilidade e os níveis de serviço desejados. Este acordo proporciona previsibilidade e transparência para ambas as partes.
O MSP fornece monitoramento proativo, manutenção, suporte e planejamento estratégico de TI. Isto significa que eles não só respondem a problemas de TI à medida que ocorrem, mas também trabalham para antecipar e prevenir problemas futuros.
Os 5 benefícios dos Serviços Gerenciados de TI
Os Serviços Gerenciados de TI surgem, então, como uma solução estratégica que proporciona inúmeros benefícios, permitindo que as empresas se concentrem em suas competências centrais, enquanto um parceiro especializado cuida das demandas tecnológicas.
Conheça alguns dos principais benefícios que sua empresa pode usufruir:
1. Eficiência Operacional
O primeiro grande benefício dos Serviços Gerenciados de TI é a eficiência operacional. Com um provedor terceirizado cuidando da gestão da tecnologia, a equipe interna de TI pode se dedicar a tarefas mais estratégicas e de maior valor agregado.
Além disso, o provedor de serviços gerenciados tem experiência e conhecimento para identificar e implementar melhorias operacionais que aumentam a eficiência e a produtividade.
2. Segurança Aprimorada
Os Serviços Gerenciados de TI trazem benefícios significativos em termos de segurança cibernética. O provedor monitora a infraestrutura de TI continuamente para identificar e responder a ameaças, aplicando as medidas de segurança mais recentes para proteger os dados e sistemas da empresa.
Assim, mesmo que a empresa não tenha um especialista em segurança cibernética internamente, ela pode contar com a expertise do provedor para garantir a proteção de suas informações.
3. Redução de Custos
Com um modelo de preço fixo, os Serviços Gerenciados de TI permitem que as empresas controlem e reduzam seus custos de TI. Isso porque os custos são previsíveis e geralmente baseados em uma taxa mensal, o que facilita o planejamento financeiro.
Além disso, ao delegar a gestão da tecnologia para um provedor externo, a empresa pode economizar em salários, benefícios e treinamentos que seriam necessários para manter uma equipe interna de TI.
4. Acesso a Expertise e Tecnologias de Ponta
Os provedores de Serviços Gerenciados de TI têm acesso a uma ampla gama de conhecimentos e tecnologias que podem não estar disponíveis para uma empresa individual. Eles investem continuamente em formação, certificações e tecnologia para poder oferecer o melhor serviço possível.
Como resultado, as empresas que utilizam serviços gerenciados têm acesso a expertise e tecnologias de ponta sem a necessidade de investimentos significativos.
5. Flexibilidade e Escalabilidade
Finalmente, os Serviços Gerenciados de TI oferecem flexibilidade e escalabilidade. À medida que a empresa cresce e suas necessidades de TI mudam, o provedor pode ajustar facilmente os serviços para atender a essas novas demandas.
Isso significa que a empresa não precisa investir em hardware ou software adicional, nem contratar mais pessoal de TI, para lidar com o aumento da carga de trabalho.
Assim, os serviços gerenciados se tornam uma opção ideal para empresas em crescimento.
Altasnet é a parceira ideal para implementar e sustentar esses serviços em sua empresa
Diante da rápida evolução tecnológica e do papel cada vez mais estratégico da TI nas organizações, os benefícios dos Serviços Gerenciados de TI são claros.
Contudo, para obter todas as suas vantagens, é fundamental contar com um parceiro confiável para a implementação e gestão desses serviços. Nesse sentido, a Altasnet se destaca como especialista na área e oferece soluções personalizadas que se adaptam às suas necessidades específicas.
Os dados estão entre os ativos mais importantes das empresas, principalmente em tempos de transformação digital, sendo um recurso extremamente importante para a gestão dos negócios. Por serem tão valiosos, acabam atraindo a atenção de criminosos virtuais, que utilizam as mais variadas técnicas e estratégias para tentar roubar ou inviabilizar o uso desses dados.
Quando esses dados são vazados, a empresa pode ter grandes perdas financeiras e de credibilidade e descumprir legislações, como a LGPD, a Lei Geral de Proteção de Dados brasileira.
Por isso, antes saber quais são as melhores práticas para a proteção de dados a serem adotadas em sua empresa é importante entender melhor qual o papel da LGPD e como ela afeta os seus processos de segurança da informação. Continue lendo este post, que responderemos tudo isso de forma completa. Confira!
Quais são as mudanças trazidas com a LGPD para a proteção de dados?
A Lei n° 13.709/2018, LGPD — Lei Geral de Proteção de Dados — foi criada para definir as obrigações e responsabilidades para as empresas que captam, tratam e armazenam dados de pessoas físicas.
O foco da lei é entregar maior proteção para essas informações, garantindo a privacidade das pessoas que não consentiram em entregar os seus dados para as organizações, evitando assim o uso abusivo desses dados pessoais.
A LGPD modifica de forma significativa a maneira como as empresas lidam com dados de seus clientes e usuários. Para armazenar e tratar essas informações, a empresa deverá conseguir o consentimento expresso do titular, sem usar artimanhas para a autorização automática, como o uso de letras miúdas ou botões pré-selecionados. Veja a seguir os principais impactos da LGPD para a proteção de dados nas empresas.
Dá mais mais abrangência à proteção de dados
A LGPD não se limita às empresas brasileiras ou as presentes no território nacional. Todas as corporações que atuam no Brasil, mesmo as sediadas no exterior, deverão se adequar a legislação, caso utilize dados de pessoas físicas residentes no país.
Exige uma base para tratar os dados
Para que uma empresa demonstre capacidade para lidar com dados pessoais de maneira correta, precisará de uma base legal que tenha registro ou consentimento de todos os titulares desses dados.
Amplia os direitos dos titulares
Com a LGPD, as pessoas que são donas dos dados passam a ter um maior controle sobre essas informações. Elas precisam ser informadas dos motivos e métodos utilizados para o armazenamento e tratamento de suas informações. O titular também tem o poder de, a qualquer momento, desistir de disponibilizar as suas informações e eliminá-las.
Pode impactar financeiramente o negócio
A lei traz uma série de impactos para os negócios das empresas, que deverão passar por uma série de reformulações para garantir o seu cumprimento, isso porque, caso haja algum ato que fuja das exigências da legislação, os prejuízos poderão ser altos, não só os financeiros, como também os de imagem.
Quais as boas práticas para realizar a proteção de dados na empresa?
Agora que já entendemos o que é a LGPD e como ela afeta as empresas, vamos entender quais são as boas práticas para a proteção de dados, que podem ser adotadas para garantir o cumprimento da lei. Acompanhe!
Revise as políticas de segurança da informação da empresa
A lei entraria em vigor a partir de 18 de setembro de 2020, fazendo valer os artigos referentes a direitos e deveres no tratamento de dados. Porém, com a crise imposta pela pandemia do novo coronavírus, as penalidades e sanções administrativas só passam a valer a partir de agosto de 2021 — é de suma importância que esse tempo seja aproveitado para a revisão de todas as políticas de segurança da informação da empresa. Dessa maneira, é possível fazer as correções dos problemas em relação aos processos envolvendo os dados pessoais.
É importante que a empresa crie um guia de boas práticas relativo a LGPD, com os objetivos que deverão ser alcançados, para que sejam adotadas as medidas alinhadas ao principal objetivo da lei. Essa meta só será alcançada a partir de um processo de melhorias que englobam as políticas de segurança da informação.
Considere criar um programa de governança corporativa, que permita à empresa estar em compliance em relação à legislação. É importante que seu programa traga todas as diretrizes e práticas direcionadas a pessoas, tecnologias e processos. Isso exige a criação de políticas e normas transparentes, que deixe claro para todos os colaboradores a forma correta como os dados deverão ser coletados, monitorados e utilizados em sua empresa. Isso porque, a adoção das medidas de segurança envolve necessariamente os colaboradores.
A política da segurança da informação deverá ser estruturada e utilizada como um planejamento do resultado esperado pela empresa no que se refere ao uso de dados. Além disso, deverá respeitar os três princípios básicos da segurança da informação, que são a integridade, confidencialidade e disponibilidade das informações.
Utilize a tecnologia a favor da proteção de dados
A computação em nuvem é um dos pilares da transformação digital, que tem ajudado as empresas na execução de uma série de processos, incluindo a segurança dos dados, com a facilitação de backup automático e criptografia, por exemplo. O uso de ferramentas de monitoramento remoto e gestão também facilita a centralização dos dados e a verificação em tempo real do status de segurança.
Implemente uma política de controle de dispositivos
Uma prática que tem sido adotada por muitas empresas é a do “bring your own device”, em que os colaboradores são liberados para trabalhar com seus próprios dispositivos dentro da empresa. Porém, é importante que os dispositivos utilizados sejam homologados pela política de segurança da corporação, garantindo que eles não colocarão os dados em risco.
É importante limitar o uso de dispositivos móveis de armazenamento, como pendrives e HDs externos, pois eles podem acabar sendo utilizados como porta de entrada para ameaças à segurança dos dados.
Para o uso de notebooks, tablets e smartphones no trabalho, é importante que o colaborador esteja a par de todas as diretrizes de segurança de dados da empresa, e no reforço da segurança dos softwares utilizados nesses dispositivos, com atualizações constantes e utilização de softwares oficiais.Os dados estão entre os ativos mais importantes das empresas, principalmente em tempos de transformação digital, sendo um recurso extremamente importante para a gestão dos negócios. Por serem tão valiosos, acabam atraindo a atenção de criminosos virtuais, que utilizam as mais variadas técnicas e estratégias para tentar roubar ou inviabilizar o uso desses dados.
Defina um encarregado para a segurança dos dados
A LGPD determina que a empresa nomeie (contrate ou terceirize) um encarregado para o tratamento de dados, o DPO — Data Protection Officer. Esse profissional será o responsável pela aplicação da lei na corporação, implementando as políticas e fazendo a ponte entre a empresa e os titulares dos dados.
Entras as principais funções de um DPO, podemos destacar:
Receber as comunicações, sugestões e reclamações dos titulares dos dados, prestando os esclarecimentos necessários e adotando a providências;
Ficar atento às recomendações feitas pela autoridade nacional;
Orientar os colaboradores sobras as práticas que precisam ser tomadas na empresa em relação aos dados pessoais;
Executar as demais funções definidas pela corporação ou que estejam estabelecidas em normas complementares.
Monitore a infraestrutura de TI
O monitoramento da infraestrutura é um dos pilares do gerenciamento de TI proativo, aquele que visa evitar os problemas em vez de apenas resolvê-los. Com esse monitoramento é possível mapear possíveis problemas, antes que eles se tornem uma “bola de neve” — vazamento, sequestros de dados, roubos ou extravios.
Esse monitoramento poderá ser feito remotamente, com a equipe de TI utilizando um software de gestão específico, ou terceirizado, com a contratação de uma empresa especializada em cuidar da segurança das infraestruturas de TI de seus clientes.
Capacite os colaboradores para conhecerem a LGPD
A proteção de dados não deve ficar presa em documentos burocráticos ou fazer parte apenas dos discursos dos gestores, ela precisa ser colocada em prática. Para isso é necessário contar com o engajamento de todos os colaboradores envolvidos no tratamento de dados.
Promova palestras e debates com os colaboradores para que eles tenham conhecimento sobre a LGPD e como essa pode mudar a rotina da corporação. É necessário que todos entendam seus direitos e deveres quanto ao uso e tratamento dos dados pessoais, para prevenir problemas e garantir bons procedimentos.
Quais são os erros que as empresas cometem na proteção de dados?
No tópico anterior, demos ênfase a algumas práticas que devem ser adotadas pelas empresas para a proteção de dados. Neste, veremos alguns erros que as corporações devem evitar. Acompanhe!
Não criar uma política de controle de acesso
Não ter um controle de acesso, hierárquico e que limite a ação de cada colaborador de acordo com as demandas de seu cargo, pode aumentar a exposição dos dados a empresa, pois são criadas várias portas de entradas para ataques. Por isso, na política de segurança é importante que sejam adicionadas as diretrizes de acesso ao sistema, de forma hierarquizada.
Não praticar uma rotina de backup
O backup é um dos métodos mais tradicionais de proteção de dados e sistemas, porém, ainda é negligenciado por pequenas e médias empresas. Não espere acontecer um desastre para valorizar esse processo, implemente o mais rápido possível em sua empresa, com a periodicidade necessária e, de preferência, com automação — utilizando a computação em nuvem como base.
Trabalhar com sistemas desatualizados
A atualização de sistemas, ao contrário do que muitos podem pensar, não é feita apenas para a inclusão de novas funcionalidades e realização de melhorias. Todas as vulnerabilidades e riscos mapeados também são corrigidos, impedindo que essas brechas sejam utilizadas para invasões. Sempre que um software é atualizado, os criminosos virtuais identificam as vulnerabilidades corrigidas e tentam invadir as máquinas que não fizeram as atualizações necessárias.
Quando dados são vazados, a empresa pode ter grandes perdas financeiras e de credibilidade e descumprir legislações, como a LGPD, a Lei Geral de Proteção de Dados brasileira. Lei que protege as pessoas físicas, de empresas que se aproveitam de dados pessoais em benefício próprio, sem o consentimento do titular.
E como podemos ajudar na proteção de dados e na adequação à LGPD?
Para os processos rotineiros de proteção de dados, a Altasnet fornece segurança proativa de antivírus, com base em Inteligência artificial, anti spam, filtros de conteúdo e firewall. Veja abaixo quais são os nossos diferenciais.
Automação dos processos de proteção de dados por plataformas digitais
A Altasnet atua com plataformas digitais da ServiceNow, líder mundial em governança e automação de processos, considerada pela Forbes, uma das empresas mais inovadoras do mundo. As plataformas são voltadas para a transformação digital, automação, modernização e inovação dos processos de segurança da informação, e agregam inteligência jurídica, processos e metodologia.
Adequação à LGPD de forma otimizada
Entenda como as plataformas digitais utilizada pela Altasnet, apoiam às empresas na adequação à LGPD de forma otimizada.
MAPEAMENTO DE DADOS Aplicando uma varredura completa em todos os sistemas, em diferentes tipos de arquivos da empresa, identificando as informações e dados de pessoas físicas presentes em um ou mais bancos de dados.
DADOS AUDITADOS CONTINUAMENTE Além de ajudar na descoberta de dados não estruturados, a plataforma permite o monitoramento de tudo o que é feito em qualquer computador da empresa — edição, cópia, exclusão de dados e demais ações que possam ser consideradas um risco. Tudo é informado em tempo real para o encarregado de dados (DPO), até mesmo pelo smartphone.
ANÁLISE JURÍDICA E RELATÓRIOS OTIMIZADOS No Brasil, cada setor terá legislações específicas, por isso, é importante que as análises jurídicas sejam realizadas por meio dos registros da plataforma. Isso garante que os relatórios exigidos pela LGPD sejam rapidamente produzidos e automatizados para leitura e interpretação de dados sólidos.
RECURSOS EXTRAS PARA PROTEÇÃO DE DADOS
Conte com recursos específicos para:
Resolução de incidentes;
Segurança na coleta e processamento de dados de fornecedores;
Otimização da coleta, armazenamento e documentação de consentimentos dos titulares;
Planos de ação para resolução de problemas e implementação de melhorias;
E outros processos extremamente relevantes para qualquer estratégia de proteção de dados.
AGILIDADE NA IMPLEMENTAÇÃO A partir da vigência da lei e possibilidade de aplicação das sanções, as empresas deverão acelerar a implementação de soluções para a atender a LGPD.
A nossa metodologia prevê uma adequação em 10 semanas, a todos os requisitos que a lei exige. Otimizando tempo e garantindo uma constante melhoria do processo. Esperamos que, após a leitura deste post, você tenha entendido a relação entre proteção de dados e a LGPD, para que possa dar os próximos passos para a aplicação das boas práticas para implementar essa proteção.
Se a sua empresa ainda não se preocupou em se preparar para a vigência da LGPD, com as boas práticas de segurança de dados, talvez esteja na hora de contar com um parceiro especializado para ajudá-los a acelerar o processo.
Quer entender melhor como funciona esse processo, para manter os dados de sua empresa seguros e respeitar a LGPD? Entre em contato conosco.
Quando lemos as notícias sobre tecnologia, não é difícil encontrar casos de vazamento e roubo de dados preciosos de uma determinada empresa. Eles acabam por comprometer não só os lucros, mas também mancham a reputação da companhia entre os seus clientes e o mercado em geral.
Por isso, investir na gestão de segurança da informação é uma ação que não pode ser negligenciada atualmente. Neste post, falaremos um pouco mais sobre o conceito e apresentar as boas práticas para a implementação das políticas.
Boa leitura!
O que é a gestão de segurança da informação?
Primeiro, é importante definir o próprio conceito de segurança da informação. Ele se relaciona com a proteção de um determinado de conjunto de dados. A finalidade é preservar o valor dessas informações e mantê-las fora do alcance de pessoas não autorizadas, como os temidos hackers.
Nesse sentido, a gestão de segurança da informação é a adoção direta de estratégias, métodos e ferramentas para garantir a integridade dos dados e impedir vazamentos e ataques à rede corporativa, por exemplo. Os gestores têm um papel fundamental de supervisão, já que cabe a eles definir as normas e as diretrizes que serão adotadas por todos.
Portanto, eles serão os responsáveis pelo planejamento das estratégias e formas de acompanhamento. Para reforçar as defesas, esse profissional pode buscar consultoria especializada na área de TI, assim como dicas de treinamento para seus colaboradores.
Outro destaque importante é que a segurança da informação conta com quatro pilares, que resumem bem as prioridades de uma política de proteção:
Confidencialidade;
Integridade;
Disponibilidade;
Autenticidade.
Quais são as suas boas práticas?
Agora que falamos do conceito de gestão de segurança da informação, conheceremos as melhores maneiras de se proteger.
Usar softwares originais e mantê-los atualizados
Antes de tudo, é muito importante manter os sistemas operacionais atualizados, assim como usar versões originais. Com isso, será possível contar com as correções e updates desenvolvidos pelos criadores dos programas. Além disso, as atualizações são cruciais para manter a proteção geral da rede corporativa, por exemplo. Isso porque os hackers costumam atacar aplicações que ainda não receberam correções, justamente pela vulnerabilidade causada pelo fato de que estão obsoletas.
Contar com ferramentas para gestão de incidentes
Uma política de governança que priorize a proteção das informações e dos arquivos é crucial. Muitas empresas acabam por focar exclusivamente nas questões de conformidade, garantindo a obediência aos regulamentos digitais (como no caso da LGPD). Embora isso seja importante, não é o suficiente.
Portanto, a empresa deve adotar atitudes que garantam a proteção dos dados. Além de bons softwares, como os antivírus, é uma boa ideia contar com a ajuda de consultores em tecnologia, que auxiliarão os colaboradores a assimilar um comportamento mais responsável ao lidar com informações digitais.
Controlar os acessos de maneira rígida
Em uma empresa, é comum que nem todos os funcionários tenham acesso a arquivos importantes. Esse já é um primeiro passo valioso, mas os gestores também devem registrar todos os níveis e os controles de acesso em vigor, para garantir um acompanhamento mais próximo.
Isso evita os enganos — um funcionário de um setor que tenha acesso a documentos de outro departamento totalmente diferente, por exemplo. Dessa forma, a empresa reduz os riscos associados a senhas roubadas e a tentativas de invasão por parte dos hackers.
Fazer backups
O backup é uma prática essencial por dois motivos: garante que certos arquivos sejam preservados e também facilita a consulta aos documentos. Além disso, em caso de extravio de notebooks ou discos rígidos externos, por exemplo, essa cópia serve para assegurar a disponibilidade.
Uma boa ideia é priorizar o salvamento na nuvem, que é imune aos extravios e, ainda, pode ser controlado pelo controle de acesso. Contudo, os gestores devem garantir que os backups sejam feitos periodicamente, preferencialmente por meio de um calendário específico.
Outra boa surpresa do backup na nuvem é que é possível programar vários backups ao dia, o que é importante para manter arquivos sempre atualizados e facilitar o compartilhamento, até mesmo com colaboradores que não estejam em campo.
Implementar uma política de segurança
A segurança digital da sua empresa não pode funcionar na base do “boca a boca” — isto é, sem o estabelecimento e o registro de medidas periódicas. É crucial que os gestores realmente adotem uma política preventiva, que são importantes até mesmo para evitar possíveis paralisações dos trabalhos.
Parar tudo por conta de falhas na segurança digital significa levar prejuízo, uma vez que a capacidade da empresa de produzir resultados e entregar soluções para os clientes fica comprometida. Por isso, todas as medidas de proteção (como o estabelecimento de controles de acesso) devem fazer parte de um registro bem definido.
Isso garante que os gestores façam com que os seus colaboradores assimilem a gestão de segurança da informação, transformando a cultura organizacional do negócio. Com uma política bem definida e repassada aos funcionários de forma transparente, fica mais fácil tornar esse gerenciamento um pilar da empresa.
Treinar e conscientizar os trabalhadores
Por fim, não poderíamos deixar de lado a importância da conscientização e do treinamento das equipes internas. Afinal, são essas pessoas que estarão constantemente acessando os equipamentos e a rede corporativa, então eles não devem ser negligenciados pelos gestores.
Vale dizer que os programas de treinamento em gestão de segurança da informação mais bem-sucedidos não contam apenas com a participação dos funcionários operacionais, mas incluem todos os níveis da empresa. Isso porque uma abordagem mais completa é a melhor forma de construir uma cultura de segurança digital em toda a organização.
Assim, todos os colaboradores não só se conscientizarão sobre o valor de adotar boas práticas, como assumirão esse comportamento na rotina diária. Uma das principais brechas para invasões e ações de hackers é o erro humano — o que não acontece com frequência com pessoas que entendam do uso de ferramentas digitais.
Como pudemos ver no artigo, a gestão de segurança da informação é imprescindível para empresas que desejam manter (e reforçar) suas defesas digitais. Afinal, como a tecnologia está presente em diversos tipos de negócio, colocar os próprios sistemas em risco acaba por prejudicar a empresa como um todo.